Tutorial: Botões Flutuantes para Compartilhamento



Olá gente, como estão?
Bom, antes de começar o tutorial queria dar dois avisos.
Primeiro: Normalmente quando trago para vocês um tutorial, é porque já testei e deu certo, porém a plataforma que eu uso é o blogspot, portanto não sei nada sobre o wordpress, e algumas vezes não sei se esses códigos funcionam nele, mas no caso desse tutorial de hoje funcionará em todos \o/
Segundo: Estava olhando comentários antigos e MUITA gente comentou com dúvidas ou sugestões, porém eu não tinha visto, pois foram comentários bem depois da data que postei, então se alguém tiver alguma dúvida, me envia um e-mail para keziahraiol@hotmail.com que vou ficar muito feliz em responder. Ah e quero agradecer também a todo mundo que está gostando dessas pequenas dicas.

Vamos lá,

Esse tutorial é tão simples, fácil e rápido que vocês nem vão precisar fazer o backup do seu template.
O resultado é esse aqui:


A barrinha fica bem na lateral do seu blog e serve para que os seus leitores compartilhem seu conteúdo em diversas redes sociais como Facebook e Twitter.

Acesse o painel do seu blog e procure por Layout, logo em seguida clique em Adicionar Gadget > HTML/JavaScript e cole o código abaixo:


Você poderá também personalizar esse gadget, escolhendo a posição que você quer que ele fique: Left - Esquerda, Right - Direita.

Espero que tenha ajudado :) beijos a todos.

Resenha: Terras Metálicas - Renato C. Nonato


  • Editora: Novo Século
  • Páginas: 616
  • Nota:
  • Skoob

A Última Guerra lavou a atmosfera com uma massa nuclear, tornando-a incapaz de sustentar a vida. Para continuar sobrevivendo, a humanidade precisou se adaptar, isolando-se numa atmosfera artificial: a Esfera, local onde tem se mantido com o passar das gerações. A utopia da sociedade reinou desde então, com a paz sendo mantida com mão de ferro pela Elite. Mas essa paz pode acabar… Raquel é uma recém-formada em primeiro nível na Academia, que passa seu tempo livre entre Saturno – o parque temático da Esfera – e divagações sobre seu sonho de voar. Ao iniciar uma nova etapa de vida, ela vai encarar a cerimônia de implante que pode tornar esse sonho realidade, se a habilidade dos Túneis lhe for conferida. Mas essa nova etapa também vai levá-la por caminhos perigosos… Raquel descobrirá que o IA, responsável por todos os sistemas de sobrevivência da Esfera, está com os dias contados. Como manter a sanidade sabendo que a vida tal qual você conhece está para acabar? Raquel ainda não tem essa resposta, mas vai precisar encontrá-la. E para isso ela precisará, mais do que nunca, da ajuda de seus amigos… Tashi, Tales, Ângelo, Camila, Liceu, Isabela e Nirvana lhe darão sustentação quando tudo o mais na utópica Esfera estiver ruindo.


Imagine uma guerra que transforma o planeta em uma bola de radiação, e a única forma de sobreviver é mudando-se para a “Esfera” um local minuciosa e cuidadosamente fechado. Bom, vamos tentar explicar um pouco da história para vocês, pois a mesma contém inúmeros detalhes que a transformam em uma magnífica obra.

Conhecemos a história de Raquel, uma jovem impulsiva, mandona e uma líder nata, não é a toa que ela controla um grupo de jovens dentro da Esfera. Raquel tem um tashi – a primeira resenha que li sobre esse livro, citava sobre a existência dos Tachis, e foi exatamente esse ponto que me deixou com água na boca sobre o livro, por esse motivo resolvi citá-los também. Mas Kéziah, o que é um tashi? Então, ai está outro ponto muito positivo da história: A criatividade do Renato.

“Tashi era uma pequena esfera, um pouco maior que as bolas de tênis. Metade de sua superfície era recoberta por metal e micro circuitos, com minúsculos pontos e linhas azuis, a outra parte era um visor côncavo capaz de reproduzir imagens, dar notícias ou acessar a televisão local, mas que na maior parte do tempo apresentava um fundo branco com dois pontos robustos e um risco, numa imitação simplória do rosto humano.”

Um Tashi seria um celular avançado, quem sabe o mesmo não seja inventado daqui a uns anos? Renato, passe o segredo da criação de um pro governo. Voltando ao assunto, Raquel ganhou este tashi quando criança, e adivinhe que nome ela deu a ele? Tashi. Ela batizou um tashi, com o nome Tashi. Ok, um pouco confuso, mas dá pra entender. O mais legal dos tashis – o que me fez querer um – é que cada um tem uma personalidade distinta, como se fossem pequenos “animais” robóticos de estimação.

O inicio foca na “Cerimônia de Implante” que vai influenciar no futuro da Esfera. Essa Cerimônia me lembrou muito o começo do filme da Timkerbell – não me julgue – mas o fato de todos serem divididos por categorias como “Bios”, “Exilados”, “Antenas”... Ok! Vamos por partes.

Bios: São aqueles que conseguem controlar e transformar o próprio corpo.

Sibérios: Tem o poder de controlar temperaturas.

Túneis: Movem os objetos a distancia (Telecinese).

Exilados: Sem habilidades especificas.

Antenas: Tem o poder de ler a mente e os pensamentos.

Após serem colocados em suas “categorias” por assim dizer, todos são redirecionados a aulas para aprender como mexer e controlar esses poderes,

O que ninguém imaginava era que a Esfera corre grande perigo e um grupo de rebeldes está armando para destrui-lá e que dentro da Esfera existem traidores. Raquel e seus amigos partem em uma jornada fabulosa na tentativa de salvar o seu “mundo” enfrentando diversos perigos.

Dei quatro estrelas por um único motivo, algumas passagens do livro foram desnecessárias e isso atrapalha um pouco a leitura e até a torna um pouco enfadonha em alguns pontos, porém, nada que atrapalhe de maneira incalculável o magnífico mundo que somos apresentados.

A narrativa do Renato é simples e nada rebuscada, facilitando assim a leitura, nem preciso dizer que a sua criatividade chega a ser assustadora, são tantas informações novas, criações do próprio autor que nos provam que os nacionais têm um talento e uma criatividade que vai além da nossa imaginação. Essa novidade presente no livro, que foge do contexto bruxas, vampiros, lobisomens e esses outros seres sobrenaturais, é fascinante, somos apresentados a algo novo, exclusivo de Terras Metálicas.

Resenha: De Repente, O Amor - Susan Fox


  • Editora: Única Editora
  • Páginas: 366
  • Nota: 
  • Skoob

Aos trinta e um anos, a sorte de Kat Fallon com os homens já se mostrou longe de ser algo positivo. Mas quando ela convida seu melhor amigo e vizinho Nav Bharani para ser seu par no casamento de sua irmã mais nova em Vancouver, ela não imagina que está para embarcar na maior surpresa de sua vida... Nav é apaixonada por Kat desde que ela se tornou sua vizinha, e quando ela diz para ele que adora viagens de trem, principalmente pela possibilidade de "conhecer" estranhos, Nav bola um plano para ganhar o coração de Kat. Em cada parada do trem durante a viagem ele aparecerá disfarçado como "um desconhecido sexy". Kat cai nesta brincadeira sensual, mas o que começa como uma simples diversão transforma-se em algo mais denso e Kat se vê em dúvida se permanece em suas fantasias sexuais de solteira ou investe no seu par perfeito. Sexy, divertido, intrigante... Susan Fox é um dos novos talentos da ficção erótica.

Katherine Fallon, diretora de relações publicas em um hotel, 31 anos, tem uma quedinha por caras de sucesso, com um grande status social e CEOs famosos. 

Naveen Bharani, indiano, 28 anos, fotógrafo e apaixonado pela sua melhor amiga.

Eles são vizinhos e Kat sempre viu Nav como um amigo, seu melhor amigo, já Nav desde a primeira vez que pôs os olhos nela sabia que o seu sentimento ia além da amizade. Kat não tem boas lembranças com relacionamentos passados o que a faz criar um bloqueio com relação aos homens, porém, sua condição de “solteirona” é algo que a incomoda e chateia muito, mas ela nunca parou pra pensar que seu amor poderia estar ao seu lado durante todo esse tempo, agüentando-a enquanto chorava suas mágoas e jurava não se envolver com mais ninguém. Nós nunca paramos para pensar que a nossa felicidade pode estar mais perto do que imaginamos. Nunca nos abrimos a isso. Imagine quanto foi difícil para o Nav prosseguir como seu amigo enquanto nutria um amor por ela?

O maior sonho de Kat é construir uma família, ter filhos e se casar. Quando sua irmã mais nova encontra o amor e resolve marcar a data do casamento, Kat fica muito magoada, pois sua irmã MAIS NOVA vai desencalhar antes dela. Com o passar do tempo Nav percebe que o seu sentimento é muito maior do que ele imaginava, ele está perdidamente, incondicionalmente, loucamente apaixonado por Kat, e o que sente é amor. Depois de algumas investidas em vão, Kat começa a perceber que talvez, só talvez ela goste do Nav e todo esse tempo estava confundindo com amizade.

Então o destino mexendo suas peças, faz com que surja a oportunidade perfeita para que Nav enfim consiga conquistar a mulher dos seus sonhos: Uma viagem a Vancouver. Agora a idéia que o Nav teve para conquistá-la foi no mínimo criativa. Eles não viajaram juntos, Nav ficou de encontrá-la dias depois em Vancouver, porém, ele resolveu pegar o mesmo trem que ela, mas com um diferencial: Mudou completamente sua aparência, e se fantasiou de “misterioso sensual”. Kat se viu completamente empolgada com a situação de um estranho sexy lhe paquerando e não demorou muito para que ela ficasse excitada com a situação. Após descobrir que o misterioso era seu melhor amigo ela levou um choque e ficou em dúvidas sobre prosseguir ou não com essa relação que poderá abalar sua amizade. O que você faria no lugar de Kat?

"E não vá misturar seus sentimentos pelo Nav. Ele é seu amigo... mas, espere... De repente..."

Susan Fox tem uma narrativa envolvente e diferente ao mesmo tempo, no começo demorei um pouco para me habituar com sua forma de escrever os fatos, mas logo nas primeiras páginas já estava envolvida com esse enredo de tirar o fôlego.

O que mais me encantou no livro, foi que o mesmo não tem como foco principal o lado sexual, apesar de ser um livro hot. Mas devo acrescentar que as cenas mais quentes são muito bem escritas e “uau” que casal mais sexy. Além de ter várias tiradas divertidas, emocionantes e curiosas.

Uma boa pedida para os amantes de romances de tirar o fôlego. 

Sobre Filmes #1 - Curiosidades

Oi gente, tudo bom? Vi um post super legal no blog Rindo pra Não Chorar, e resolvi dividir com vocês, são alguns atores que ficaram irreconhecíveis nos seus papeis. Show de bola, vamos conferir?

Resenha: Menino de Ouro - Abigail Tarttelin


  • Editora: Globo Livros
  • Titulo Original: Golden Boy
  • Páginas: 384
  • Gênero: Romance
  • Nota:  
  • Skoob

A família de Max não permitiria nenhum desvio na imagem perfeita que havia construído. Karen, a mãe, é uma advogada renomada, determinada a manter a fachada de boa mãe, esposa e profissional. Steve, o pai, é o exemplo do chefe de família presente em sua comunidade, favorito a um importante cargo público. O ponto fora da curva é Daniel, o caçula, que, para os padrões da família Walker, é “estranho”: não é carinhoso, inteligente ou perfeito como Max. Melhor aluno da escola, capitão do time de futebol, atlético, simpático, sucesso entre as garotas: Max, o primogênito, é o menino de ouro. Ninguém poderia dizer que sua vida não é perfeitamente normal. Ninguém poderia dizer que Max esconde um segredo.


Max é um garoto lindo, inteligente, estudioso, popular, no auge dos seus 16 anos, um menino de ouro, digno de uma novela. Seus pais estão muito orgulhosos de seu filho perfeito, mas Max esconde um segredo que o atormenta dia após dia. Max é intersexual. Pra quem não sabe, intersexualidade nada mais é do que um derivado da palavra Hermafrodita. 

Intersexualidade, em seres humanos, é qualquer variação de caracteres sexuais incluindo cromossomos, gônadas e / ou órgãos genitais que dificultam a identificação de um indivíduo como totalmente feminino ou masculino. Essa variação pode envolver ambiguidade genital, combinações de fatores genéticos e aparência e variações cromossômicas sexuais diferentes de XX para mulher e XY para homem. Pode incluir outras características de dimorfismo sexual como aspecto da face, voz, membros, pelos e formato de partes do corpo.*

Porém devemos ressaltar que a intersexualidade não interfere de maneira alguma na opção sexual, e nisso o livro não deixou a desejar... Intersexualidade, enquanto transgeneridade, é uma condição sexual e não uma orientação sexual. Portanto, as pessoas que se autodenominam intersexuais podem se identificar como homossexuais, heterossexuais, bissexuais ou assexuais.

Agora que deu pra entender um pouco sobre esse ar de intersexualidade – que a propósito eu já falei a palavra mil vezes – voltaremos ao livro.

Quando imaginamos que o foco do livro seria a intersexualidade de Max, a autora trás a tona um acontecimento que faz com que Max precise enfrentar seus problemas e superar suas dificuldades.

Confesso que a autora me surpreendeu e sua coragem de abordar um tema tão complicado como esse, me fez gostar de cara do livro, e sua capacidade de nos informar sobre as conseqüências do intersexualismo, tanto fisicamente quanto psicologicamente.

A narrativa dela é maravilhosa, flui de maneira imensurável, o livro é dividido por pontos de vista, cada capitulo somos apresentados a um personagem e isso deixa a história mais ampla. O amadurecimento dos personagens, principalmente de Max acontece de forma natural, o que o torna mais real.

Um livro incrível, tocante, forte e cheio de cenas de tirar o fôlego. Vale muito à pena, todos deveriam ler. A Abigail sabe como nos surpreender e nos deixar nocauteados com uma maravilhosa história. 

* Trechos retirados do Wikipedia.

Mostre sua Coleção #2


Olá amores, como estão? Lembram dessa coluna? Onde os vocês dividem conosco suas lindas coleções? Hoje teremos mais três lindos dividindo o seu amor conosco. Vamos conferir. Quem quiser ver a primeira edição é só clicar aqui.

Resenha: Ecos da Morte - Kimberly Derting

Título: Ecos da Morte                              Editora: Intrínseca
Autora: Kimberly Derting                       Ano: 2011
Páginas: 268                                             Estrelas: 4/5





Violet Ambrose tem dois problemas – o dom mórbido e secreto que carrega desde a infância e Jay Heaton, seu melhor amigo, por quem está apaixonada. Aos dezesseis anos e confusa com os novos sentimentos em relação a Jay, ela começa a ficar cada vez mais incomodada com sua estranha habilidade – Violet encontra cadáveres. Desde pequena ela percebe os ecos que os mortos deixam neste mundo. Ruídos, cores, cheiros. Mas não todos, apenas os das vítimas de assassinato. Para ela, isso nunca foi um grande talento. Na maioria das vezes, tudo o que encontrava eram pássaros mortos, deixados para trás pelo gato da família. Mas, agora que um serial killer está aterrorizando a pequena cidade onde mora e os ecos das garotas assassinadas a perseguem dia e noite, Violet se dá conta de que talvez seja a única pessoa capaz de detê-lo. Em pouco tempo ela estará no rastro do assassino. E ele, no dela.



"Violet parou o jet ski e se levantou para enxergar o fundo do lago. Uma luz matizada parecia irradiar embaixo d'água, surgindo de um ponto entre o junco e se propagando ao alcançar a superfície. Ela nunca tinha visto nada parecido, e sabia que o espectro de luz desafiava a própria natureza ao se comportar daquele jeito.
Aquilo só significava uma coisa.
Havia algo morto ali embaixo."



Olá, pessoas, venho com mais uma nova resenha e bastante entusiasmada. Tentarei me conter...
Antes de mais nada, digo que Ecos da Morte é um livro que estava desejando há muito tempo e que foi uma tremenda alegria tê-lo em mãos, por isso, recomendo logo a leitura para todos.
Porém, como eu sei que existem gostos variadíssimos pra leitura, vou tentar dar uns motivos pra você lê-lo:

Ponto 1 – Você gosta de histórias sobrenaturais mas sem necessariamente ter seres míticos como vampiros, lobisomens, fadas, bruxos, elfos e reis de camarote? Então, este livro é pra você.
Ponto 2 – Você gosta de suspense? Daqueles thrillers que te deixam ávido(a) por querer saber o que acontecerá a seguir? Histórias que envolvem assassinatos, investigações? Olha só que legal, esse livro é pra você!
Ponto 3 – Você gosta de romance? Daqueles bem fofos e bem bolados? Olha só...pra você!
Ponto 4 – Gosta de diálogos interessantes e uma temática ao mesmo tempo bem jovem? Preciso falar mais alguma coisa?

Pois bem, eis que darei meu total parecer sobre Ecos da Morte...

Iniciei a leitura repleta de expectativas e isso foi bom e ruim. Foi ruim porque sempre que colocamos muita expectativa em cima de algo, principalmente de leitura, em algum momento iremos nos decepcionar. Sempre acontece, é regra geral (isso é pleonasmo?) de qualquer leitor ansioso. Então já começo aconselhando por aí, controle seus ânimos, leia Ecos da Morte esperando algo bom, mas sem necessariamente ser o melhor livro do gênero. E foi bom porque de fato o livro supriu a maioria das minhas expectativas; note, caro leitor, que eu disse maioria, não todas. Eu esperava um romance adolescente com uma garota que é diferente das outras e bem, encontrei isso e até mais...

A história é narrada em terceira pessoa, mas a narração é basicamente focada em dois personagens: Violet, que é a nossa protagonista mais que fofa e gente boa; e no assassino, o que eu gostei muito, pois deu pra ter uma perspectiva de como funcionava a mente dele e isso surpreendeu bastante lá pro final da história.
Teve até uma cena, não entrarei em detalhes pra não dar spoilers, em que houve uma “narração centrada na Violet seguida de narração centrada no assassino” que fez meu coração quase vir na boca, porque a autora deu uma impressão totalmente...wow.
Então essa coisa de trazer dois focos de narração foi bem construído por ela.

Com a narração focada em Violet, temos basicamente uma opinião dos personagens sob a óptica dela, no entanto, isso não impede de você entender o que se passa com os pais dela, com os amigos e principalmente com Jay. Ai, Jay...o que eu posso falar dele? No começo do livro eu já me apaixonei por Jay, ele é AQUELE melhor amigo, O melhor amigo e era fofo e inteligente e superprotetor com a Violet e companheiro para todas as horas e não a achava uma aberração por ser capaz de identificar corpos de seres mortos de forma brutal e as marcas nos assassinos e chega de “e”. Uma coisa boa nesse livro, o carinha já sabia o segredo da personagem principal, não teve aquele mimimi todo por ela achar que ele nunca iria querer ela se soubesse do dom e todo o resto. Acho esses tipos de personagem uns tapados, falo mesmo. Voltando ao Jay, eu me apaixonei por ele e essa paixão não mudou durante todo o livro. Mesmo com certos comportamentos que ele teve...e que depois se mostraram plausíveis, afinal, estamos falando de dois adolescentes aqui, Violet ou Vi, como ela é carinhosamente chamada por ele, e Jay ainda têm apenas 16 anos, então não há como esperar que eles tomem as decisões mais sensatas e maduras possíveis.
Outro ponto com esse livro, não espere encontrar adolescentes sendo adultos. A história não é assim, tem adultos sendo adultos e adolescentes sendo adolescentes. Isso quer dizer que Violet e Jay só tomarão decisões precipitadas e impulsivas? Claro que não! Violet toma decisões que para ela soam como certas, e o mesmo digo em relação ao Jay.

Não entrarei em detalhes sobre o relacionamento dos dois porque sairá spoilers e eu shippo muitão o casal. Só digo que, Jay namorado é, na minha opinião, bem diferente de Jay amigo. Entendam como quiser!

A história flui de uma maneira...certa. Uma hora atinge velocidade e em outras diminui, para poder dar foco no que se passa com Violet ou com o assassino. Gostei do modo como a autora representou o dom de Violet, ficou bem crível o modo como ela sente os mortos.

Até onde eu sei este é o primeiro de quatro livros da série The Body Finder e foi apenas uma apresentação para a história de Violet, seu dom e seus amigos. Para uma mera apresentação, a história foi ótima.
Sobre a parte do suspense envolvendo o assassino, não vou fazer comparações com outros livros policiais porque seria injusto. A autora é novata, misturou três gêneros em um livro (sobrenatural, policial e literatura voltada para adolescentes) que para mim é algo raro e foi uma mistura que deu certo avaliando-a por si só. Pronto. Poderia ter falado um pouco mais sobre as mortes? Até que poderia, mas não houve uma exata necessidade disso e pelo que andei pesquisando ela cresce bastante nos próximos livros da série.

Por todos os comentários acima eu dou 4 estrelas ao livro. Eu adorei a história, os personagens e a coragem que a autora teve em nos apresentar uma ideia tão bacana, espero sinceramente que ela melhore nos próximos livros e cresça junto com sua história.

P.S.: Tenho que dar os parabéns à editora Intrínseca, a edição e diagramação está maravilhosa, a capa uma fofura só, a revisão impecável. Li o livro duas vezes e não encontrei erros significativos. Ok, parei com o fanatismo.

Então é isso, pessoal, recomendo a leitura de Ecos da Morte e espero que gostem tanto quanto eu.
Beijos da Mah.

Resenha: Lado a Lado - Sérgio Chimatti


  • Editora: Vida & Consciência
  • Páginas: 407
  • Nota: 
  • Skoob

Salete é uma adolescente que se apaixona perdidamente por sua amiga Dóris. Muito geniosa, determinada e imatura, Saleta não consegue lidar com esse amor, confundindo com sentimento de posse. Acaba se envolvendo num mundo de violência e obsessão, cometendo erros que terão graves consequências. Ela se revelará um espírito ávido por progresso e aprimoramento, vivenciando intensamente o implacável processo de ação e reação ao relacionar-se com afetos e desafetos. Será necessário muito amor e coragem se ela quiser redimir-se, aprender e evoluir, Salete nos conta, com ajuda de seus diários, suas dores, seus medos, suas alegrias e seus conflitos.

Em Lado a Lado conhecemos a história de Saleta e Dóris, duas amigas que se conhecem e tem uma grande amizade a anos, o que Dóris não suspeitaria é que sua melhor amiga estava nutrindo um amor “proibido” por ela. Salete tenta de todas as formas conquistar Dóris, mas sem muito sucesso, pois a mesma está muito envolvida com seu namorado. Até que o destino – como sempre pregando-nos peças – apronta com Dóris e ela acaba engravidando, porém, o seu namorado recusa-se a assumir seu filho. Salete teve a oportunidade perfeita para consolar a amiga, e como Dóris estava completamente desiludida com os homens e os relacionamentos, acaba cedendo às investidas de Salete, e ambas passam a ter um relacionamento. Com o intuito de ajudar a amiga, Salete a leva para fazer um aborto, e o lugar não tinha as mínimas condições de realizar o procedimento, mas mesmo assim Dóris acaba por abortar o bebê. 

Elas começam um relacionamento homossexual, porém mais tarde Dóris acaba se envolvendo com um rapaz, o que deixa Salete possessa. Desse ponto a história começa a tomar um rumo inesperado, tomada pelo ciúme, Salete entre em depressão, se joga em um mundo de prostituição, raiva e sede de vingança. Ela quer de todas as formas separar Dóris de seu novo namorado. Será que ela consegue? 

Salete é uma personagem muito profunda, sua personalidade nos faz pensar, questionar... Dóris também, cada uma com seus trejeitos. O que me deixa mais fascinada nesses romances, é a voracidade dos personagens. Salete é um grande exemplo disso, ela é aquela personagem que te faz perder seus preconceitos, ela é do jeito que é, e mesmo assim acabamos nos afeiçoando por ela, com todos seus defeitos e qualidades.

Acredite, o decorrer do livro me surpreendeu muito, eu jamais esperava que as coisas fossem tomar o rumo que acabaram tomando, e o lado espiritual é tão consolador, justo talvez. 

A narrativa é uma delicia você começa o livro e quando percebe já finalizou, mesmo a história sendo regada por acontecimentos de tirar o fôlego, elas são expostas a nós de maneira acolhedora. 

Não feche sua mente para esse livro, pois ele aborda dois temas que geram preconceitos e tabus em várias pessoas: Homossexualidade e Espiritismo. Leia-o sem pretensões, sem medos, apenas se entregue a essa história, e ela saberá aonde te levar.
  

Entrevista: Jaqueline Vargas


Olá gente, tudo bom? Hoje vim trazer uma resenha com a Jaqueline Vargas, autora do livro Sessão de Terapia - leia a resenha aqui - consegui essa entrevista graças a fofa da Natalia Alexandre da Editora Arqueiro. 


Sobre Séries: Dawson's Creek

Olá amores, como estão? Bom, resolvi falar mais sobre séries e filmes aqui pra vocês. Quem me acompanha no facebook sabe que estou SEMPRE assistindo uma série nova, um filme... E sempre quero expor minha opinião sobre e nem sempre encontro pessoas aptas a me ouvir. Portanto, o bom de ter um blog é poder compartilhar com vocês. E para inaugurar isso aqui, vamos falar sobre Dawson's Creek. Quem me segue no Instagram deve ter notado a minha empolgação hahaha'

Resenha: Mago - Aprendiz - Raymond E. Feist

  • Editora: Saída de Emergência 
  • Páginas: 432
  • Nota:
  • Skoob

Na fronteira do Reino das Ilhas existe uma vila tranquila chamada Crydee. É lá que vive Pug, um órfão franzino que sonha ser um guerreiro destemido ao serviço do rei. Mas a vida dá voltas e Pug acaba se tornando aprendiz do misterioso mago Kulgan. Nesse dia, o destino de dois mundos altera-se para sempre. Com sua coragem, Pug conquista um lugar na corte e no coração de uma princesa, mas subitamente a paz do reino é desfeita por misteriosos inimigos que devastam cidade após cidade. Ele, então, é arrastado para o conflito e, sem saber, inicia uma odisseia pelo desconhecido: terá de dominar os poderes inimagináveis de uma nova e estranha forma de magia… ou morrer. Mago é uma aventura sem igual, uma viagem por reinos distantes e ilhas misteriosas, onde conhecemos culturas exóticas, aprendemos a amar e descobrimos o verdadeiro valor da amizade. E, no fim, tudo será decidido na derradeira batalha entre as forças da Ordem e do Caos

Um dos melhores livros de fantasia que eu li no ano. O autor sabe como construir personagens e lugares de maneira rica em detalhes e sem em nenhum momento se tornar enfadonha, cada vez que ele citava algo eu ficava imaginando detalhadamente e isso pra mim foi o mais fabuloso de tudo. 

Toda a trama e o enriquecimento e amadurecimento dos personagens, os lugares, as passagens, nossa! Eu juro que não sei nem o que escrever, fiquei imensamente encantada. Mas voltando, fica evidente o amadurecimento dos personagens durante o livro, as batalhas são minuciosamente e maravilhosamente escritas. 

Conhecemos a história de Pug e Tomas entrando na vida adulta, com Pug acompanhamos seu desenvolvimento como um mago – até me lembrou de RPG, cada página eu achava que estava ganhando XP – e Tomas se tornou um soldado. E nessa passagem da infância para a vida adulta, os dois amigos se deparam com forças estranhas e desconhecidas, precisando mais do que nunca seguir unidos. 

Não pense que o livro é só batalhas, o autor nos mostra o verdadeiro valor do amor, da amizade, da perseverança. Ah e claro, como não poderia faltar o livro tem um toque de romance que é de dar água na boca, preparem-se para um triangulo amoroso. 

O mundo criado por Raymond é fabuloso, cheio de elfos, magos, anões, guerreiros, dragões, princesas, reis e mais um monte de seres fantásticos que todos amamos. A narrativa é em 3° pessoa dando-nos assim uma visão mais expandida de todos os personagens, sabe aquele autor que consegue te sugar para dentro do livro? Acho que ao adquirir seu exemplar você recebe de graça um tele-transporte e vai viver junto com Pug e Tomas as mais variadas aventuras. Não consigo citar um ponto negativo, o livro foi além das minhas expectativas. 

Caracterizá-lo-ia como épico. Épico seria a palavra ideal.

Resenha: Dançando sobre cacos de vidro - Ka Hancock


  • Editora: Arqueiro
  • Páginas: 336
  • Nota: 
  • Skoob

Lucy Houston e Mickey Chandler não deveriam se apaixonar. Os dois sofrem de doenças genéticas: Lucy tem um histórico familiar de câncer de mama muito agressivo e Mickey, um grave transtorno bipolar. No entanto, quando seus caminhos se cruzam, é impossível negar a atração entre eles.

Contrariando toda a lógica que indicava que sua história não teria futuro, eles se casam e firmam – por escrito – um compromisso para fazer o relacionamento dar certo. Mickey promete tomar os remédios. Lucy promete não culpá-lo pelas coisas que ele não pode controlar. Mickey será sempre honesto. Lucy será paciente.

Como em qualquer relação, eles têm dias bons e dias ruins – alguns terríveis. Depois que Lucy quase perde uma batalha contra o câncer, eles criam mais uma regra: nunca terão filhos, para não passar adiante sua herança genética.

Porém, em seu 11° aniversário de casamento, durante uma consulta de rotina, Lucy é surpreendida com uma notícia extraordinária, quase um milagre, que vai mudar tudo o que ela e Mickey haviam planejado. De uma hora para outra todas as regras são jogadas pela janela e eles terão que redescobrir o verdadeiro significado do amor.
Dançando sobre cacos de vidro é a história de um amor inspirador que supera todos os obstáculos para se tornar possível.

Que tal mais um livro daqueles que fazem você chorar? A editora Arqueiro lançou um lindo sick-lit, e aqueles que gostam de sofrer com esse gênero, provavelmente vão amar o livro.

Lucy Houston e Mickey Chandler são nossos problemáticos protagonistas. Lucy tem um histórico familiar cercado de câncer, sua mãe morreu de câncer, sua irmã teve câncer e Lucy tem um câncer que há cinco anos não se “manifesta” – ok, falei câncer demais. Deu pra perceber que a vida de Lucy não é um mar de rosas, mas é Mickey? Mickey é bipolar, e não digo bipolar no sentido de ser uma pessoa que muda de humor constantemente – atualmente está banal caracterizar todo mundo como bipolar – ele tem um transtorno mental, chamado bipolaridade, a doença. Ambos herdaram seus problemas de suas mães – belo presente, não? 

Daí você se pergunta, o que faz duas pessoas propensas a ter uma vida nada convencional se envolverem? Nada mais do que o amor, o amor é cego, surdo, mudo e autista como eu sempre digo, e a paixão entre eles falou mais forte que seus problemas. Acabaram casando e jurando nunca ter filhos, para que as doenças não se propaguem para eles, o que eles não podiam corta era que o destino tinha trilhado algo completamente diferente pra eles. Lucy descobre que está grávida e sua vida dá um giro de 360°.

O que uma criança com uma mãe cujo câncer ameaça voltar diariamente e um pai com sérios problemas mentais e transtornos psicológicos pode esperar da vida? Vários questionamentos pairam na vida de Lucy e Mickey, e na nossa também, não sabemos o que esperar da criança, será que vai herdar as doenças? E se sua mãe de uma hora pra outra perder pro câncer? E se Mickey tiver outra crise e precisar novamente ser internado?

A partir do momento que Lucy descobre a gravidez é que a história começa a tomar rumo. Os personagens são marcantes e nos emocionam com seus traumas, medos e demônios. A narrativa da autora é fabulosa, não tem como parar de ler. Prepare-se! Uma história fabulosa e ao mesmo tempo devastadora.

Resenha: Morra Por Mim - Amy Plum

Título: Morra Por Mim
Autora: Amy Plum
Editora: Farol Literário
Ano de Lançamento: 2013
Número de Páginas: 424
Estrelas fofas: 4/5


Depois que seus pais morrem em um acidente de carro, Kate e sua irmã, Georgia, vão morar com os avós em Paris. Enquanto Georgia encontra na balada a cura para sua tristeza, Kate é mais introspectiva e se recusa a sair e se divertir, até resolver ir para um café com seus livros para tomar um pouco de sol. Ela conhece Vincent, um belo e misterioso garoto parisiense. Ao se relacionar com o menino e descobrir sua história, Kate tem que escolher entre deixar sua paixão de lado e seguir a vida em segurança, e assumir seus sentimentos e toda a complicação que seria namorar alguém imortal e com inimigos, e mudar para sempre sua vida.





"Eu sabia que existia algo diferente em Vincent. Eu tinha sentido isso, mesmo antes de ver sua foto no obituário. Era algo distante de mim, e muito obscuro para eu conseguir entender. Então eu ignorei. Mas agora vou descobrir quem ele é."



Que livro fofo, arrebatador, encantador!
Comecei a leitura meia-noite, finalizei-a três da manhã e depois corri para pegar papel e caneta e anotar minhas impressões, meus comentários e todas as cenas fofas.

Tá, vamos lá...
Morra Por Mim é o primeiro livro da trilogia Revenants, sim, trilogia! Porque lá no fundo, mesmo reclamando, a gente gosta de saber que certas histórias possuem continuação.
O livro é narrado em primeira pessoa por Kate, uma estadunidense de 16 anos que passa a morar em Paris com a irmã e os avôs após a morte de seus pais.
Normal, quantos livros de meninas órfãs vemos por aí?
No entanto, este é um livro que mesmo com clichês consegue alcançar sua originalidade. Nada de vampiros, lobisomens, fadas, elfos, bruxas ou outros seres que já estamos tão acostumados de ver nos atuais livros. A autora pesquisou e criou toda uma nova mitologia, rica e bem caracterizada e explicada, de modo que os personagens se tornam críveis e plausíveis. Não deixou pontos soltos em relação a eles.

Kate, a protagonista, está ainda de luto pela morte recente e tentando se adaptar com sua nova realidade, vivendo de vez em Paris, numa nova escola e deixando para trás sua vida em Nova Iorque com os pais e a irmã. Ela não é aquelas protagonistas chatinhas e cheias de frescuras, é claro que ela comete erros, mas todos muito bem justificados de modo que não dá pra ter raiva dela.
Eis que ela conhece Vincent, um cara enigmático e lindo que parece estar em quase todos os lugares que ela está.
Vincent é o perfeito mocinho desses livros fofos. Ele é romântico, sensível, inteligente, charmoso, um cavalheiro e um cara altamente leal.
Rapidamente o romance entre os dois se desenvolve e Kate é arrastada para o novo mundo de Vincent e seus amigos, e essa foi outra parte que gostei bastante:
A história gira em torno do relacionamento de Kate e Vincent, mas a autora não deixou de lado os personagens secundários e escreveu-os muito bem, dando-lhe a cada um seu próprio charme.
Há Georgia, a irmã mais velha e levemente chata de Kate, por quem nutri sentimentos controversos na história inteira.
Há Charlotte, que se torna amiga de Kate e é uma sortuda por morar numa casa cheia de homens gatos e fofos.
Ambrose e Jules são os melhores amigos de Vincent, muito sarcásticos, gatos e leais.
Jean-Baptiste com toda sua superioridade e aristocracia. Charlie com seu jeito rebelde de adolescente revoltado. Gaspard, um poeta sensível que é um mestre em lutas. Sério, eu queria muito ter aulas de esgrima com ele!

A autora foi muito feliz em juntar todos os elementos que nos agradam nesses romances juvenis sobrenaturais: há romance, cenas divertidas, pitadinhas de dramas, ação, mistérios a serem resolvidos, mocinhas fortes e mocinhos românticos, a luta entre o bem e o mal... E claro, algo que eu apreciei bastante foi todo o contexto histórico e artístico, a história toda se passa em Paris e a autora torna a cidade como um segundo personagem, sempre incluindo características do local e alguns detalhes históricos entre um parágrafo e outro, coisa que amei.

Só não dou cinco estrelas ao livro pela previsibilidade em algumas partes; no momento em que o vilão apareceu, saquei na hora quem ele era e lá pro final, quando ele estava enganando-os, estava tão obvio e eles não perceberam, daí deu a confusão que teve. Mesmo assim, compreendo que foi necessário para o desenrolar do enredo, confio cem por cento na autora e estou aguardando ansiosa pela continuação. Sem dúvida entrou para a minha lista de favoritos.

Super recomendo a todos aqueles que gostam de um bom romance sobrenatural.
Beijos da Mah!


Tutorial: Facebook na Lateral do Blog.

Oi gente, tudo bom? Voltei com outro tutorial, bem simples. Sabe essa barra aqui do lado do blog com a opção de curtir no Facebook? Aquela que quando passamos o mouse expande? Então, vou mostrar pra vocês como adicionar ao seu blog, em dois passos simples.


Fonte: http://princesa-descolada-myla.blogspot.com/2013/03/paginacao-numerada.html#ixzz2j39CpByO